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por Manuel Reis, em 03.06.14

Marcar um golo num jogo decisivo deve ser das melhores experiências que um jogador de futebol pode ter. Especialmente se esse jogador está numa posição que não é muito propensa a golos.

 

Mas que se lixem as posições, adiante.

 

Quando um jogador marca um golo, segue-se normalmente uma sensação de êxtase. Uma felicidade que se quer partilhar com toda a gente, sejam 20 pessoas à volta do pelado ou 65 mil num estádio ultra-moderno. Porque quando a bola ultrapassa 10 jogadores de campo, 1 guarda-redes e aqueles 17,8 m2 (mais coisa, menos coisa) de área vertical, o jogador responsável só quer correr, gritar, sorrir (a não ser que tenha sido auto-golo, mas isso agora não interessa nada)... Lá está, quer estar feliz e partilhar essa felicidade com todos os presentes.

 

Mas há sempre aqueles golos em que não há festejos. Não estou a falar dos que não são festejados pelo passado que liga o jogador que marcou à equipa que sofreu. Estou a falar daqueles em que interessa recuperar o resultado. Estou a falar de uma equipa que, aos 80 minutos, estava a perder 2-0, marca 1 e tem apenas mais 10 minutos para marcar mais dois golos. Felicidade extremamente refreada, concentração ao máximo, e levar a bola de volta ao meio-campo para a voltar a atirar parar a frente.

 

Um golo é uma pequena vitória, mas quando se está a perder a única vitória que interessa é a vitória final.

 

'Bora ganhar isto.

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publicado às 00:51





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